quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Fraturas, quedas e acidentes podem causar trombose

Pessoas que sofreram traumas graves, como quedas, fraturas e acidentes, podem ter uma sequela comum no sistema vascular: a trombose. O termo se refere à condição na qual há o desenvolvimento de um “trombo”, um coágulo sanguíneo, nas veias das pernas e coxas. Quando esse trombo se solta e se desloca até o pulmão, ele é chamado de Embolia Pulmonar (EP) e em muitos casos é fatal.

 

Veja também:

Descubra os sintomas e sinais da trombose

Se realizada da forma correta, musculação é um dos melhores exercícios para a circulação

O que fazer com pernas e pés inchados durante longas viagens de avião ou carro?

 

Essa situação, de acordo com a angiologista, pode acometer os pacientes que sofreram acidentes tanto por conta do impacto nos vasos sanguíneos quanto pelo alto risco do problema para pacientes hospitalizados, que passaram por cirurgias e que estão em longos períodos de imobilidade, por conta de uma deficiência na circulação sanguínea.

A médica conta que pacientes que sofreram fraturas de vértebras ou lesões de medula espinhal tem maior risco de desenvolver o problema, mas acidentes e fraturas nas pernas também são frequentemente ligados à trombose. Alguns outros fatores aumentam o risco para o aparecimento desse quadro em pacientes clínicos e cirúrgicos: abortamento recorrente, acidente vascular cerebral, anticoncepcional hormonal, câncer, cateter venoso central, doença inflamatória intestinal, doença pulmonar obstrutiva crônica, idade maior que 55 anos, infecção, insuficiência arterial periférica, cardíaca ou respiratória, obesidade, internação em UTI, paralisia dos membros inferiores, quimioterapia, reposição hormonal, tabagismo, varizes, insuficiência venosa periférica, antecedente familiar de trombose e TEV prévio.

Geralmente, os coágulos se formam nas veias mais profundas dos membros inferiores. “Ao se desprenderem e impactarem um vaso pulmonar, pode ocorrer a embolia ou o tromboembolismo pulmonar. E isso pode ser fatal ou deixar sequelas como insuficiência venosa crônica”, diz a médica.

No caso de pacientes que sofreram traumas, é indicado o uso profilático de anticoagulantes. “Alguns sinais da trombose são: dores nas pernas, principalmente nas panturrilhas, pé e o tornozelo; sensação de queimação na região afetada; mudanças na cor da pele, que começa a ficar vermelha ou azul; ou inchaço”, diz a médica.

Mas a angiologista alerta: “É bom lembrar que esse não é um problema apenas de quem sofreu acidente e está hospitalizado. Como a panturrilha é o coração das pernas, a cada contração muscular bombeamos o sangue e ativamos a nossa circulação. Situações onde essa musculatura fica parada muito tempo podem causar uma retenção de líquido nas pernas, levando a inchaço, pernas pesadas, cansadas e aumentando a predisposição de desenvolver varizes e trombose venosa”, explica a cirurgiã vascular. Por esse motivo, para quem trabalha sentado ou fica durante muito tempo no sofá, o ideal é também introduzir alguns hábitos para ativar a circulação, como:

– Realizar exercícios movimentando os pés a cada hora de trabalho sentado;

– Levantar a cada hora e andar para movimentar um pouco as pernas;

– Para alguns casos, usar meias de compressão para conforto e melhor rendimento.

O diagnóstico de trombose é feito por meio de exames de imagem e o tratamento é feito com anticoagulantes, levando em consideração o risco hemorrágico inerente a essa classe de medicamentos. “Ainda com relação aos sinais de uma embolia pulmonar, temos a falta inesperada de respiração, a respiração rápida, a dor no peito e a frequência cardíaca”, comenta a médica. “Sentindo qualquer um desses sinais, o médico deve ser chamado imediatamente”, finaliza a angiologista.

Por: DRA. ALINE LAMAITA

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Fraturas, quedas e acidentes podem causar trombose

Pessoas que sofreram traumas graves, como quedas, fraturas e acidentes, podem ter uma sequela comum no sistema vascular: a trombose. O termo se refere à condição na qual há o desenvolvimento de um “trombo”, um coágulo sanguíneo, nas veias das pernas e coxas. Quando esse trombo se solta e se desloca até o pulmão, ele é chamado de Embolia Pulmonar (EP) e em muitos casos é fatal.

 

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Essa situação, de acordo com a angiologista, pode acometer os pacientes que sofreram acidentes tanto por conta do impacto nos vasos sanguíneos quanto pelo alto risco do problema para pacientes hospitalizados, que passaram por cirurgias e que estão em longos períodos de imobilidade, por conta de uma deficiência na circulação sanguínea.

A médica conta que pacientes que sofreram fraturas de vértebras ou lesões de medula espinhal tem maior risco de desenvolver o problema, mas acidentes e fraturas nas pernas também são frequentemente ligados à trombose. Alguns outros fatores aumentam o risco para o aparecimento desse quadro em pacientes clínicos e cirúrgicos: abortamento recorrente, acidente vascular cerebral, anticoncepcional hormonal, câncer, cateter venoso central, doença inflamatória intestinal, doença pulmonar obstrutiva crônica, idade maior que 55 anos, infecção, insuficiência arterial periférica, cardíaca ou respiratória, obesidade, internação em UTI, paralisia dos membros inferiores, quimioterapia, reposição hormonal, tabagismo, varizes, insuficiência venosa periférica, antecedente familiar de trombose e TEV prévio.

Geralmente, os coágulos se formam nas veias mais profundas dos membros inferiores. “Ao se desprenderem e impactarem um vaso pulmonar, pode ocorrer a embolia ou o tromboembolismo pulmonar. E isso pode ser fatal ou deixar sequelas como insuficiência venosa crônica”, diz a médica.

No caso de pacientes que sofreram traumas, é indicado o uso profilático de anticoagulantes. “Alguns sinais da trombose são: dores nas pernas, principalmente nas panturrilhas, pé e o tornozelo; sensação de queimação na região afetada; mudanças na cor da pele, que começa a ficar vermelha ou azul; ou inchaço”, diz a médica.

Mas a angiologista alerta: “É bom lembrar que esse não é um problema apenas de quem sofreu acidente e está hospitalizado. Como a panturrilha é o coração das pernas, a cada contração muscular bombeamos o sangue e ativamos a nossa circulação. Situações onde essa musculatura fica parada muito tempo podem causar uma retenção de líquido nas pernas, levando a inchaço, pernas pesadas, cansadas e aumentando a predisposição de desenvolver varizes e trombose venosa”, explica a cirurgiã vascular. Por esse motivo, para quem trabalha sentado ou fica durante muito tempo no sofá, o ideal é também introduzir alguns hábitos para ativar a circulação, como:

– Realizar exercícios movimentando os pés a cada hora de trabalho sentado;

– Levantar a cada hora e andar para movimentar um pouco as pernas;

– Para alguns casos, usar meias de compressão para conforto e melhor rendimento.

O diagnóstico de trombose é feito por meio de exames de imagem e o tratamento é feito com anticoagulantes, levando em consideração o risco hemorrágico inerente a essa classe de medicamentos. “Ainda com relação aos sinais de uma embolia pulmonar, temos a falta inesperada de respiração, a respiração rápida, a dor no peito e a frequência cardíaca”, comenta a médica. “Sentindo qualquer um desses sinais, o médico deve ser chamado imediatamente”, finaliza a angiologista.

Por: DRA. ALINE LAMAITA

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Cerca de um terço dos acometidos pelo câncer possuem maus hábitos.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), 300 milhões de homens foram diagnosticados com câncer em 2018. Do total, 68.220 são casos de câncer de próstata. Já nas mulheres, 282 milhões foram identificadas com algum tipo de câncer. A médica cirurgiã do aparelho digestivo, Dra Maria José Femenias Vieira, de SP, alerta para hábitos que podem mudar esse cenário.

 

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“Os cuidados com a saúde já estão bem estabelecidos na medicina moderna e integrativa, aquela que vê o paciente como um todo. Por isso, a prevenção pode minimizar os riscos da doença e isso inclui hábitos saudáveis, como por exemplo, alimentação balanceada, prática de atividade física e a redução do estresse“, afirma a médica.

Ainda segundo o INCA, existem dois tipos de prevenção do câncer:a

• O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se desenvolva. Isso inclui evitar a exposição aos fatores de risco de câncer e a adoção de um modo de vida saudável.

• O objetivo da prevenção secundária é detectar e tratar doenças pré-malignas (por exemplo, lesão causada pelo vírus HPV ou pólipos nas paredes do intestino) ou cânceres assintomáticos iniciais.

Para a cirurgiã do aparelho digestivo, os considerados fatores de risco, são as chances de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, desenvolverem a doença. “Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco e nas doenças crônicas, como o câncer, as primeiras manifestações podem surgir após muitos anos de uma exposição única, como por exemplo, radiações ionizantes, ou exposições contínuas, como por exemplo, radiação solar ou tabagismo”, afirma a médica.

Os fatores de risco podem ser encontrados no ambiente físico, herdados ou resultado de hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural. É são esses que podem ser evitados. Para ajudar na prevenção, Dra Maria José listou alguns bons hábitos que devem ser cultivados em prol da saúde, são eles:

1. Não ao tabaco

O cigarro libera no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas, inaladas por fumantes e não fumantes.

2. Alimentação mais saudável

Deve-se evitar o consumo excessivo de carne vermelha e bebidas alcoólicas, uma das melhores maneiras para prevenir a doença. Também é bom tomar cuidado com o consumo excessivo de sal e de açúcar. Sempre que possível, faça pequenas refeições ao longo do dia. Mantenha intervalos regulares entre as refeições. Mastigue bem, e lentamente, todos os alimentos.

3. Use e abuse de alimentos de origem vegetal

Tenha uma alimentação rica em hortaliças, frutas, cereais e grãos integrais, por exemplo.

4. Evite o álcool

A ingestão de bebidas alcoólicas prejudica a memória, enfraquece o sistema imunológico e aumenta a incidência de doenças hepáticas. Para as mulheres, o álcool está ligado a um risco maior de câncer de mama e em homens, de fígado.

5. Pratique atividade física

É essencial manter-se fisicamente ativo por pelo menos 30 minutos todos os dias. E já vale trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar do jardim, varra a casa e caminhar sempre mais. A atividade física, além de contribuir com a redução do estresse, ajuda no controle e na manutenção do peso, reduzindo o risco de desenvolver câncer e outras doenças crônicas, como a pressão alta. E também ajuda a melhorar a autoestima e combate o envelhecimento precoce.

6. Cuidados com o sol

Evite exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h e use protetor solar adequadamente todos os dias.

7. Evite o estresse e os fatores estressantes que cercam

O estresse é algo que sentimos quando estamos sob pressão mental, física ou emocional. “Atualmente já conseguimos identificar em pacientes que o estresse parece influenciar os resultados do tratamento e talvez possa ter efeito na progressão da doença em pessoas que já têm a doença”, finaliza a médica especialista em psicossomática.

Mayra Barreto Cinel / MBC Comunicação Assessoria de Imprensa

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Ansiedade em adolescentes pode ajudar a identificar precocemente transtornos alimentares, diz estudo

Além de atrapalhar as relações sociais, a concentração e o aspecto cognitivo, o estado clinico de ansiedade tem também relação com os distúrbios alimentares, como apontou estudo publicado em dezembro de 2019 na European Eating Disorders Review. A pesquisa analisou a patologia do distúrbio de ansiedade e o envolvimento com níveis severos de jejum em 2406 adolescentes.

 

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Os dados coletados entre jovens do sexo feminino de 13 a 18 anos revelaram que meninas com transtorno de ansiedade realizam jejum regularmente duas vezes mais do que meninas que não possuem o distúrbio. Segundo a Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e docente na Associação Brasileira de Nutrologia, esse jejum regular, muitas vezes, precede o desenvolvimento de anorexia nervosa, “As descobertas reforçam o que todos imaginavam, que a ansiedade e a alimentação restritiva alimentam um ao outro, por isso é tão importante tratar a ansiedade e os comportamentos alimentares”, afirma a Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e docente Associação Brasileira de Nutrologia.

No estudo, o jejum foi avaliado após dois anos do diagnóstico de ansiedade. Para detectar se os participantes realizavam ou não jejum, foi feita a seguinte pergunta: “Durante o ano passado, com que frequência você não comeu por pelo menos um dia para perder peso ou evitar ganhar peso? Os participantes tinham três opções de resposta: menos de uma vez por mês, mais de uma vez por mês e semanalmente. Em suma, como resultado do estudo, obtiveram que um transtorno de ansiedade previa uma probabilidade aumentada de transtorno alimentar com jejum 2 anos depois, principalmente entre jovens de 17 e 18 anos (ou seja, os que foram diagnosticados com ansiedade aos 15 e 16 anos). No entanto, o estudo não apontou correlação entre transtornos de ansiedade nas ondas 13-14 e jejum na onda 15-16.

Esta pesquisa oferece uma importante contribuição para a compreensão de como a anorexia se desenvolve e pode ajudar a identificar indivíduos com maior risco de desenvolver distúrbios alimentares. A Dra. Marcella, porém, opina que as pesquisas precisam ser intensificadas: “Essas descobertas são importantes, mas não examinaram os núcleos causais, por isso é importante que as pesquisas futuras analisem as razões por trás dessas associações que foram encontradas. Além disso, é importante incluir homens jovens nas amostras para determinar se essa associação entre ansiedade e distúrbios de alimentação também se aplica a essa população, ainda que o problema seja muito mais comum em mulheres”, diz a médica.

Aumentar a compreensão sobre comportamentos alimentares desordenados é uma etapa necessária para melhorar os resultados das formas de prevenção. De qualquer forma, a nutróloga enfatiza a importância de cuidar, com o auxílio profissional multidisciplinar, da saúde mental e da alimentação. “A juventude é uma época de muita oscilação emocional, por isso se faz mais importante do que nunca um acompanhamento psicológico. Além disso, consultas nutrológicas regulares são vitais para a criação de uma rotina saudável de alimentação, e podem ser determinantes para excluir o risco do nascimento desses distúrbios”, finaliza.

FONTE: DRA. MARCELLA GARCEZ

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Da dieta aos exercícios, tudo que você precisa para recuperar a firmeza da pele facial e corporal

Com o envelhecimento natural e o abuso do sol, é comum que as pessoas se deparem com o problema da falta de elasticidade cutânea, que deixa rosto, colo e pescoço com aparência envelhecida e flácida, mas acomete também o corpo, que perde firmeza mais comumente em áreas como coxas, abdômen, flancos e braços.

 

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“A flacidez pode ser dividia em duas categorias: muscular e dérmica. A muscular é causada pela falta de exercício físico e alimentação inadequada, o que reduz a massa muscular, diminuindo a firmeza da pele. Já a dérmica, ou tissular, pode ser provocada por fatores naturais, como a exposição em excesso ao sol, maus hábitos como o cigarro e alimentação inadequada ou fatores genéticos e hormonais. Em ambos os casos, adotar atitudes saudáveis e investir em tratamentos potentes ajudam a enfrentar o problema”, afirma o médico Dr. Abdo Salomão, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. No geral, de acordo com o médico, o problema começa a surgir a partir dos 40 anos, mas se o jovem tiver flacidez, ele pode ter exagerado na exposição à radiação ultravioleta, uma vez que o sol enfraquece as fibras de sustentação da pele.

Mas é possível enfrentar o problema, principalmente contando com um plano de ação poderoso, capaz de garantir uma pele saudável, bonita e ponta firme. Quer saber como? O dermatologista explica:

Avaliação nutricional: é o básico, o princípio de tudo. “É importante consultar uma nutricionista para elaborar um cardápio rico em proteínas magras e alimentos funcionais. As proteínas são ricas em colágeno, substância que ajuda a manter a elasticidade da pele, e como têm menos gordura, ajudam o organismo a construir massa magra, auxiliando na tonificação dos músculos”, afirma. Já os alimentos funcionais possuem propriedades antirradicais livres, aumentando a resistência da pele e contribuindo para o aumento do tônus muscular.

Prática de exercícios: aliado importante, os exercícios físicos estimulam nossa pele a lidar melhor contra os radicais livres, ao mesmo tempo em que estimula fibroblastos e elastina. “Isso torna nossa pele mais elástica e menos flácida”, conta médico. Além da musculação, o pilates e as artes marciais podem ser praticadas para enrijecer mais o músculo e a pele.

Análise laboratorial: é importante para descartar qualquer deficiência ou alteração hormonal. A diminuição de estrogênio, por exemplo, comum na menopausa, é uma das causas da flacidez dérmica.

Tecnologia para firmar a face: a tecnologia DermAction é um ultrassom microfocado que, em apenas uma sessão, promove melhora significativa no aspecto da pele facial, por causa do estímulo de produção de colágeno. “O DermAction consegue atingir o músculo e o enrijece. O músculo sofre uma contração imediata ao ser atingido pelos pontos de coagulação e isso produz um efeito lifting, com melhora expressiva da firmeza, que pode apresentar evolução no período de três meses após o procedimento, quando o novo colágeno continua a ser produzido”, afirma. O equipamento age de dentro para fora, sem atingir a epiderme, dessa forma, a recuperação é imediata. “O paciente pode voltar às atividades de rotina no mesmo dia, já que os sintomas melhoram rapidamente. É importante lembrar que o tratamento é bastante seguro”, diz o médico.

Tecnologia para firmar o corpo: a novidade é Total Sculptor, único aparelho que associa o ultrassom macrofocado, que trata gordura e flacidez, com a radiofrequência multipolar para flacidez. “O ultrassom macrofocado do Total Sculptor pega a derme de dentro para fora. O calor vem de dentro e estimula a derme, justamente onde estão os fibroblastos, que são as células que estimulam o colágeno. Já a radiofrequência aquece a derme de fora para dentro, causando uma contração e um estímulo ao colágeno. Ou seja, a derme é estimulada tanto de dentro para fora quanto de fora para dentro”, afirma o médico. São necessárias no máximo duas sessões de ultrassom (a cada três meses) e quatro sessões quinzenais com a radiofrequência.

Suplementação: por fim, dependendo do caso e da idade, é possível incluir na dieta substâncias ricas em ativos antioxidantes e antiglicantes, cuja ação evita a degeneração das fibras de ancoragem de colágeno e elastina. Entre elas, destaque para Exsynutriment, Glicoxyl, Resveratrol, In.Cell, Curcumina e Fosfolipídeos do Caviar.

Fonte: DR. ABDO SALOMÃO JR

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Quais as melhores vitaminas para a pele?


Conheça as cinco melhores vitaminas para a sua pele, para mantê-la bonita e saudável, em qualquer idade.

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